
RESUMO
O artigo aborda suplementos e ervas que podem ter componentes não descritos ou produtos adulterados. Destaca que a pessoa deve informar à equipe de saúde sobre medicamentos, suplementos, chás e outros produtos que utiliza, para que a avaliação considere esse histórico.
Produtos “naturais” também precisam de atenção
O artigo aborda suplementos e ervas que podem ter componentes não descritos ou produtos adulterados. Destaca que a pessoa deve informar à equipe de saúde sobre medicamentos, suplementos, chás e outros produtos que utiliza, para que a avaliação considere esse histórico.
Sinais e avaliação
A publicação cita sinais que podem acompanhar uma lesão hepática, desde sintomas inespecíficos até manifestações que exigem avaliação médica. Também explica que a investigação considera o histórico de uso, exames e outras possíveis causas. Os exemplos de substâncias e as orientações clínicas devem ser revisados pela autora antes da publicação desta proposta.
Conteúdo da publicação
O uso de suplementos nutricionais e ervas é muito popular e tem aumentado nas últimas décadas. Porém, alguns produtos não são regulamentados e frequentemente nem todos os componentes estão descritos nos rótulos e/ou podem estar adulterados. O número de casos de lesões hepáticas causadas por estas substâncias é desconhecido, mas estima-se que seja de 1 a 3 casos por 100.000 pessoas por ano nos Estados Unidos. Estes suplementos e ervas são vendidos como alternativas seguras para tratamento de diversas doenças, mas não há evidências científicas suficientes que favoreçam a sua eficácia.
Muitos pacientes esquecem de contar que estão tomando e não acham que isto poderia causar algum problema no fígado.
Quais são estas substâncias?
São inúmeras as “medicações” que podem fazer mal ao seu fígado. O artigo apresenta alguns exemplos e as indicações de uso alegadas:
- Chaparral: ansiedade, insônia;
- Saw palmetto: dor pélvica, aumento da próstata;
- Confrei: anti-inflamatório, cicatrizante;
- Kava-kava: ansiedade, sintomas da menopausa;
- Gingko biloba: melhora da circulação;
- Aloe vera: cicatrizante;
- Extrato de chá verde: fortalece o sistema imunológico.
Como reconhecer um possível problema?
O paciente pode não sentir nada, ou apenas sintomas leves e inespecíficos, como cansaço e náuseas. Nos casos mais graves, os olhos ficam amarelados, a urina escura e podem ocorrer coceira no corpo, sangramentos espontâneos e confusão mental.
Como se faz a avaliação?
O texto orienta relatar ao médico de forma detalhada as medicações, substâncias naturais, suplementos, chás e afins utilizados nos últimos 6 meses e checar os rótulos dos produtos. A avaliação pode incluir investigação de outras causas de doença hepática, exames de sangue e exames de imagem. O artigo também descreve possíveis condutas clínicas; esse trecho precisa de confirmação e atualização pela autora.
Como reduzir riscos?
A publicação ressalta a importância de conhecer as substâncias utilizadas, de compartilhar esse histórico com o médico e de contar com informação adequada sobre a composição dos produtos. As referências bibliográficas informadas no texto original incluem publicações de 2023 e 2024 sobre lesão hepática induzida por medicamentos e produtos complementares.
FONTES E LEITURA COMPLETA
Leia a publicação original
Consulte o texto completo publicado originalmente pela equipe Gastro-Hepato: Os medicamentos naturais podem fazer mal à saúde do fígado? .
